08/10/2019 às 14h50min - Atualizada em 08/10/2019 às 14h50min

Câmara discute com população sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário de Camaçari

Juliana Ribeiro
Câmara Municipal
Foto: divulgação
Comunidade, parlamentares e representantes da Embasa discutiram, em audiência pública, o sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário de Camaçari. A audiência ocorreu nesta terça-feira (08), no Teatro Alberto Martins, onde estão sendo realizadas, temporariamente, as atividades legislativas da Câmara Municipal.

O debate foi proposto pela Comissão de Defesa do Consumidor e Contribuinte da Casa Legislativa, presidida pelo vereador Oziel (PSDB). “Hoje, pretendemos trazer ao conhecimento da população os serviços, ações e investimentos ofertados pela Embasa. De que maneira tem sido tratado o esgotamento sanitário e o abastecimento de água no nosso município”, iniciou o parlamentar.

A audiência foi apresentada pela gerente da Unidade Regional da Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A (Embasa), Thaís Santos Vieira, que iniciou o evento apresentando os números da empresa, como quantidade das áreas de atuação, funcionamento do sistema de abastecimento e esgotamento sanitário, evolução na cobertura da sede e orla, além de dados referentes aos investimentos da empresa na região.

“Temos vários avanços, porém, algumas restrições nos serviços oferecidos à população. Em andamento, projetos de ampliação e melhoramento nos serviços ofertados, como perfurações de poços em locais apontados como vetores de crescimento do município”, disse a gerente que, na ocasião, informou que a Embasa atende a 368 municípios baianos.

Sobre o sistema de esgotamento sanitário, Thaís informou que a sede de Camaçari tem 27.756 ligações, o equivalente a cerca de 48% de cobertura. De acordo com ela, a pretensão da Embasa é chegar a 100%.

A população participou e apresentou questionamentos sobre vários assuntos referentes ao tema da audiência, como taxa do esgotamento, taxa mínima cobrada por metro cúbico de água consumido, qualidade e falta d’água, entre outros. “Estamos há cinco meses sem água no nosso bairro, mais precisamente na Rua do Toco, no bairro do Phoc 3. Moradores carregam baldes de água constantemente, a fim de realizarem os serviços básicos de higiene e limpeza”, comentou a moradora Jéssica Pedro. “Outra reclamação é a rede de esgoto que passa no meio da rua, que pode ocasionar problemas graves de saúde”, completou.

A gerente regional respondeu, informando sobre providências que têm sido tomadas para resolver o caso. “Estamos realizando no bairro ações a fim de minimizar e resolver de vez o problema de abastecimento de água. As nossas obras vão contemplar todo o bairro. Em breve, chegaremos à região informada pela moradora”, informou Thaís, sem dar previsão de quando as ações irão melhorar a vida desses moradores.

Também se fizeram presente o gerente da Divisão Operacional de Esgotamento Sanitário, Rodrigo Thompson; e o gerente operacional de água, Frank Brito.
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