08/11/2019 às 17h05min - Atualizada em 08/11/2019 às 17h05min

Espiritismo, luta contra homofobia e doação de órgãos permeiam longa brasileiro Bate Coração

Juliana Ribeiro
BNews
Foto: divulgação
Com estreia em todo o País na última quinta-feira (7), o filme Bate Coração do cineasta Glauber Filho mistura a comédia, a religião, a discussão sobre preconceito e um tema relevante na área da saúde pública que é a doação de órgãos. 

Filme, que se passa no Ceará, traz como protagonista Isadora (Aramis Trindade) que após sofrer um acidente tem seu coração transplantado para Sandro (André Bankoff). Acontece que o órgão vital carregou consigo características da personalidade da travesti e esse é o enlace da comédia do longa.

Com uma linguagem simples, como também seu roteiro, o filme tem boa fotografia e trilha sonora que faz o expectador acompanhar as canções.

O tema, apesar de trazer cunho espírita, é uma ficção cômica, totalmente diferente dos filmes mais sérios feitos pelo cineasta que assina Bate Coração. Glauber, cearense, já fez Bezerra de Menezes” (2008) e “As Mães de Chico Xavier” (2011).



Aramis, um dos atores principais, rosto conhecido na TV e em filmes, rouba a cena com a mistura de tratar de um assunto sério com comédia com o sotaque marcante do cearense. O registro da comicidade também perpassa o salão de beleza, onde a trama também gira, e a briga das rivais que fizeram sucesso no passado.

ESTREIA - O filma segue em cartaz nos principais cinemas de todo o Brasil. Em Salvador, a imprensa foi convidada para uma cabine para convidados no cinema do Shopping Barra.
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