10/09/2021 às 16h46min - Atualizada em 14/09/2021 às 00h00min

Aliança contra Hanseníase promove live "Hanseníase, deficiências físicas e tecnologia assistiva"

SALA DA NOTÍCIA Jéssica Amaral ´ - DePropósito Comunicação de Causas
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Divulgação

Nesta segunda-feira, dia 13 de setembro, às 16 horas, o Instituto Aliança contra Hanseníase - AAL, na sigla em inglês (Alliance Against Leprosy), promove a live “Hanseníase, deficiências físicas e tecnologia assistiva: promovendo qualidade de vida”. 

Direcionado a profissionais de saúde e pacientes acometidos com hanseníase, a live será um bate-papo entre a Dra. Laila de Laguiche, médica dermatologista e presidente da AAL, Susilene Nardi, Terapeuta Ocupacional e Pesquisadora Científica, idealizadora e embaixadora da ação TECHansen da AAL, e Francisca Barros da Silva (Dide), paciente que já teve hanseníase e irá contar como foi a sua experiência no tratamento.

Além disso, a live da AAL irá abordar o diagnóstico da hanseníase, as sequelas físicas e como impactam no dia a dia dos pacientes, o uso da tecnologia assistiva para resgatar a autonomia dos pacientes e a ação inédita TECHansen, explicando em detalhes o projeto e os materiais que serão doados para pessoas que têm ou já tiveram a doença. A live será transmitida pelo Youtube (http://is.gd/techansen) e pelo Facebook (https://www.facebook.com/aliancacontrahanseniase) do Instituto. 

Sobre a ação TECHansen 

A TECHansen é uma ação inédita promovida pela Aliança contra Hanseníase e tem objetivo de doar materiais, equipamentos e dispositivos de tecnologia assistiva para pacientes que apresentam deficiências físicas e/ou alterações ocasionadas pela hanseníase nos olhos, nariz, mãos e pés. A ação foi viabilizada graças a doação da artista plástica francesa Flo de Bretagne, conhecida por suas pinturas coloridas, inspiradas na beleza da natureza e dos animais.

Com abrangência nacional e ainda em fase piloto, neste primeiro momento, a ação irá beneficiar pacientes nos estados de São Paulo e Paraná. Os pacientes acometidos com hanseníase podem sofrer graves lesões neurológicas, com a perda da capacidade motora e sensorial provocando deformidades. O uso da tecnologia assistiva resgata a autonomia, melhorando a qualidade de vida dos pacientes que têm sequelas da hanseníase. 

No total, cerca de 600 itens estão disponíveis para doação e podem ser solicitados através de um questionário disponível no site da AAL. Os materiais, equipamentos e dispositivos de tecnologia assistiva disponíveis para doação são: luva térmica para cozinha, colher de poliamida para alta temperatura, órtese de posicionamento lumbrical,abdutor do polegar, apoio suropodálico para pé caído, adaptador universal, fixador em tiras, fixadores em alça duplo e alça simples, engrossador multiuso de objetos, copo de café descartável, hastes flexíveis (cotonete), soro fisiológico em gel, tipoia para membros superiores, bucha de silicone com suporte para sabonete, protetor ocular noturno, colírio lubrificante, pinça de sobrancelha e óculos de sol.

Para solicitar os materiais e dispositivos disponibilizados pela AAL, é necessário que o profissional de saúde (enfermeiro, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional  e/ou médico) e que, preferencialmente, esteja alocado em algum serviço público de referência e/ou de reabilitação, com demanda de atendimentos aos pacientes de hanseníase, preencha o formulário com informações básicas sobre o diagnóstico e o acompanhamento e, no final, assinar um termo de consentimento, disponível no link https://www.allianceagainstleprosy.org/techansen/cadastro-de-pacientes/. Após a análise pelo Instituto, o material será separado e enviado sem custos para o endereço indicado no cadastro e de acordo com a disponibilidade dos materiais.  

Instituto Aliança contra Hanseníase

Com sede em Curitiba (PR) e projeção internacional, o Instituto Aliança contra Hanseníase - AAL, na sigla em inglês (Alliance Against Leprosy), é uma associação sem fins lucrativos que une ciência, educação e filantropia no combate à hanseníase.. O Instituto AAL foi fundado pela dermatologista e hansenologista Dra. Laila de Laguiche, profissional com 20 anos de experiência na área, pós-graduada em Saúde Internacional e Doenças Tropicais pelo Instituto de Medicina Tropical da Antuérpia (Bélgica). Já atuou como representante da regional Sul e Relações Internacionais da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH). A entidade ainda conta com uma equipe de conselheiros formada por grandes referências em hansenologia no Brasil e na América Latina. Mais informações, acesse www.allianceagainstleprosy.org.

 


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